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Busca da felicidade: um voo solo

20 de mar. de 2024

Por: Heloísa Capelas

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Você sabia que a felicidade está mais perto do que se imagina? Sim! Ela está dentro de cada um de nós. É um erro achar que a felicidade está no outro, seja no que ele faz ou fala ou na expectativa de mudança de seu comportamento. Também não está em algo, como um lugar ou uma situação.

Não existe felicidade perene quando a condicionamos fora de nós mesmos, em algo sobre o qual não temos controle. É preciso não criar dependência em nada que seja externo e tornar tudo isso consciente para sair do funcionamento automático. Esse é o primeiro passo!


Não existe não sentir dor

A definição do termo “felicidade” atrelada ao conceito de não sofrer é uma utopia. Uma ilusão. O próprio ato de nascer já é dolorido. Viemos com essa formação psíquica que nos constrói enquanto seres humanos. Incompreensão, falta de amor, frustrações são parte do pacote e nos causam dor. Se formos esperar não passar por nenhuma dessas situações para sermos felizes, o sentimento se tornaria inatingível.

À medida que buscamos o prazer dentro de nós, com tudo o que a vida nos oferece, com consciência, aceitação, perdão e, renovação de emoções, começamos a percorrer a estrada correta que leva à felicidade. É necessário deixar cada coisa no seu lugar: passado no passado, presente no presente e futuro no futuro.

 

É treino de autoconhecimento

O caminho não é difícil, é trabalhoso porque é preciso, além da consciência, nossa ação. A partir do autoconhecimento, vamos exercitando o ferramental correto para tomar a vida para si, construindo-a na direção do bem-estar e da maturidade intrinsecamente relacionadas à felicidade real. 

Para começar, faça algumas reflexões. Tente perceber as situações que deixam você mais vulnerável: trabalho, família, relações amorosas. Você se sente uma vítima diante de algumas delas? Que tal tentar se tornar mais dono das suas escolhas e decisões?
Para esses momentos de dor, não se pergunte “por que comigo?”, mas sim, “para que serve essa dificuldade?” Reflita sobre o que ela pode trazer de aprendizado e evolução. A resposta virá mais cedo ou mais tarde e a perspectiva de felicidade mudará a partir daí.

Tente entender a raiva que sente. Para que serve esse sentimento? Acolha-o para seguir adiante. Esse é um jeito de reconhecer a inteligência espiritual em busca da sabedoria interior. Pratique a compaixão para transformar a relação consigo e com o entorno.

É fundamental enxergar situações desafiadoras com positividade e com a perspectiva de aprendizado e de mudança. Este é um caminho para começar a praticar uma reciclagem de sentimentos, ou seja, transformar o negativo em positivo e entender que paciência, persistência e prática são peças-chave nessa jornada. 

Por falar em jornada, busque o prazer do caminho trilhado e não só o da chegada. Vá em busca do que lhe faz bem. Entenda e aceite que condições ideais quase nunca existem, portanto faça o melhor e viva da melhor maneira possível o hoje. Não se aprisione no passado e nem antecipe o futuro.

É isso. A felicidade é um sentimento desejado por toda a humanidade. Encontrá-la requer um esforço da nossa parte. Vamos lá?! 
 

P.S.: E ainda, como uma grande dica para exercitar esse caminho, leia “O Mapa da Felicidade”, o livro em que trago muitos exercícios práticos de autoconhecimento para colocarmos o pé na estrada da felicidade.
 

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